Qual o seu estilo de liderança?


Líderes criam ressonância. Palavra que significa a capacidade de fazer um som voltar, como um eco. Todo líder precisa criar ressonância, trabalhando a sua inteligência emocional para ouvir os seus liderados e canalizar suas emoções de maneira produtiva e efetiva com foco nos objetivos da empresa.

Ressonância é criar um som e não um simples ruído!

Para que a ressonância na liderança aconteça, o líder deve possuir a habilidade de trafegar naturalmente em vários estilos de liderança, possuindo a sabedoria necessária de hora atuar em um estilo e hora atuar em outro estilo. Seus liderados não são iguais. Não pensam da mesma forma, e portanto, não agem da mesma maneira. Assim, cabe ao líder a capacidade de não ficar preso em um único estilo de liderança, e sim dominar todos estilos que apresentaremos a seguir.

O Líder Visionário

Este é o estilo de liderança que inspira a sua equipe por meio da visão e da missão da empresa. Ensina como e porque as pessoas da equipe ajudam a empresa a alcançar seus objetivos, metas e conseqüentemente alcançar o sonho. As empresas buscam nestes líderes verdadeiros fomentadores de inovação. Quando a empresa precisa se reinventar.

O Líder Coach
Coach em inglês significa técnico. O treinador de equipes. Neste estilo de liderança a empatia é o ponto forte. É o líder que ouve pacientemente os membros da equipe e apóia no desenvolvimento pessoal de cada um. O líder coach é capaz de enxergar os pontos positivos de cada um, buscando o crescimento individual e fortalecendo ainda mais o grupo com vistas para os objetivos da empresa. Ele é capaz de fazer conexões entre a competência das pessoas com os resultados que a empresa espera. As empresas buscam nestes líderes responsáveis por aumento de qualidade e produtividade.

O Líder Relacionador
Responsável por promover a harmonia. Lida com conflitos buscando o relacionamento interpessoal na equipe como foco principal. Busca conciliações, trabalha as vaidades e direciona grande parte de suas atenções nos membros com as emoções fortes, a fim de ajustar aos objetivos da empresa e metas da própria equipe. Ele é responsável por aumentar a moral e o bom humor da equipe. É indicado para empresas que precisam fortalecer conexões e em equipes onde as emoções e tensões estão dominando o trabalho.

O Líder Democrático
Este é o estilo de liderança indicado para uma equipe madura e muito bem qualificada tecnicamente, pois o Líder Democrático é um excelente ouvinte, inspira e estimula a cooperação. O trabalho em equipe é seu fator forte de condução. Ele raramente impõe. Aceita as idéias e opiniões dos membros da sua equipe.

O Líder Trator
É o estilo que atua com um alto nível de exigência. Trabalha com a urgência na realização e cumprimento de metas, focando em resultados rápidos e de curto prazo, assim motiva a equipe com pequenas vitórias. Exige muito de si e obviamente da sua equipe. Geralmente é impaciente e possui um senso apurado de iniciativa.

É indicado para empresas que possuem pressa na conquista de resultados, ou quando existe uma necessidade de mudanças emergenciais. É válido ainda para equipes que necessitam de um estímulo a mais de energia para alcançar resultados audaciosos.

O Líder General
É o líder severo. Rígido na sua essência. Famoso pelo jargão: “manda quem pode e obedece quem tem juízo”. Jamais pede, dá ordens. É autoritarista e quer as coisas sempre do seu jeito. Obviamente ele perde grandes talentos na equipe pela sua postura ameaçadora e controladora. Contamina a moral da equipe. Algumas empresas precisam deste estilo de líder quando precisam lidar com situações muito graves, envolvendo problemas políticos e econômicos ou ainda por necessidade de lidar com pessoas altamente difíceis e que por algum motivo não podem ser demitidos – como, por exemplo, os “Vacas Sagradas”.

VACAS SAGRADAS – São aqueles funcionários que, por diversos motivos, não podem ser demitidos. Geralmente são funcionários mais antigos da casa, com um poder considerável na estrutura hierárquica da empresa. O processo não anda se não passar por ele. Se não houver o seu crivo. Raramente a direção sabe claramente como lidar com os “Vacas Sagradas” ou com as “Vacas Indianas”.

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